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I a realidade: dia-a-dia, dias de chuva, voluntários, esterilização, animais encontrados mortos I

I ações: gatos resgatados, gatos adotados, como ajudar, colaboradores, quero adotar, benção I

I outras realidades: Hospital Souza Aguiar, Jardim do Méier I

 

Adotados:
Página 4
Dra. Andrea,

Escrevo este e-mail primeiramente para parabenizá-la no maravilhoso trabalho feito no Campo de Santana. O site está lindo.
Gostaria que se possível a foto da minha filhota fosse colocada no site. Ela foi adotada no dia 21 de maio de 1999 e devia ter menos de um mês, estava com vermes, suja e pulguenta mas mesmo assim assistiu a uma aula de Direito sentada em minha mesa na UFRJ que fica do lado do Campo e depois foi comigo para casa.
Ela é muito mimada e nos dá muita alegria.
O nome dela é Gabriela Helena, mas é mais chamada de Bibica.

Parabéns mais uma vez,

Cristina
Primeiramente, parabéns pela iniciativa.

Descobri o site através de um link no SOS Gatinhos. Fiquei muito comovida vendo as histórias e relatos, e especialmente tocada porque meus gatinhos também vieram de lá, e a gente sabe a luta que é para cuidar de bichinhos que vêm de uma situação tão ruim. Os meus dois foram vistos juntos com um terceiro irmão por uma moça que passava lá todos os dias e via Viola - nome que demos para a fêmea - miando e pedindo comida. Essa moça, apaixonada por gatos também, passou a dar comida para eles diariamente, mas tinha medo de levá-los para casa porque eram muito pequenos e ela já tinha 3 outros em casa. No terceiro dia passando por lá, ela viu que uma tempestade se armava e decidiu levá-los para casa de qualquer jeito porque eles eram muito pequenos mesmo e provavelmente não sobreviveriam - era uma chuva daquelas de alagar.

Eles foram levados à clinica veterinária Zona Sul, aonde receberam vermífogo. Eles estavam desnutridos e precisavam de muitos cuidados, mas iriam ficar bem. Na mesma época eu havia resolvido adotar uma fêmea, pois minha gatinha Michelle tinha morrido e eu sentia muita falta após 20 anos de convivência - ela chegou a minha casa quando eu tinha seis anos. Fui informada pela veterinária Dr. Lúcia, da clínica, da gatinha que tinha sido achada, e fomos eu e Chico, meu amigo que divide apartamento comigo, vê-la. Quando chegamos lá, um dos meninos se aninhou no colo do Chico e a gente se olhou e riu, não tinha jeito, a gente tinha que trazer ele também. Batizamos os dois de Viola e Sebastian, nome dos gêmeos que quase morrem afogados em "Noite de Reis", peça de Shakespeare, e agora eles já tem 3 anos recém completados. Viola se afeiçoou muito a mim, talvez pelo fato de eu ter tido que cuidar dela noite e dia quando chegou aqui. Tem uma personalidade muito particular, é muito inteligente e passional, além de ter virado uma menina realmente linda. Sebastian teve uma adaptação mais rápida e é um menino adorável, muito amoroso, com um jeitinho naive e muito feliz. Brincamos sempre que são gatinhos de muita sorte, que sairam do Campo de Santana para comer comida de gato francesa e ganhar presentes importados que amigos ou nós mesmos trazemos de viagem.

Quisemos dar nosso relato porque ficamos muito felizes em saber que mais gatinhos tem a possibilidade de ter um futuro melhor como os nossos tiveram. Para mim mudou a vida, e acredito que nunca mais compraria um gato, com tantos para ajudar.

Mais uma vez, parabéns pela iniciativa.

Ana Paredes.
Iracema e Berlioz
Priscila adotou dois irmãozinhos
Luciano com gatinha adotada.
Cachorrinha adotada
na Benção no dia dos animais.

Renata e gata Bia adotada quando filhote alguns meses atrás.
     
Renata, gatinho Mel e Marcelo
Agora a Bia já está adulta, esterilizada e Renata resolveu adotar outro gatinho, que recebeu o nome de Mel.

Gostaríamos de expressar a nossa mais profunda gratidão à Drª. Andrea Lambert e ao pessoal do Campo de Santana, por ter nos proporcionado uma das maiores felicidades de nossas vidas. Estamos falando da Bia e do Mel, dois lindos gatinhos que adotamos por intermédio da Drª. Andrea Lambert (Bia em 2002 e Mel em 2003).

Anteriormente havíamos tentado adotar um gatinho numa instituição conhecida, porém, tivemos problemas com uma burocracia inútil, que não preza o bem estar dos animais, e sim benefícios para a própria instituição.

Felizmente tivemos o prazer de conhecer a Drª. Andrea Lambert, que com muita generosidade nos ajudou a adotar nossos amados gatinhos e ajuda tantas outras pessoas que querem dar amor e carinho aos felinos, tão menosprezados pela nossa sociedade.

Aí então vai uma dica de "pais felizes": ADOTE UM GATINHO ! Não compre, mas adote ! São tantos que precisam de um lar... e os maiores beneficiários somos nós mesmos, por receber tanto carinho e alegrias que eles nos proporcionam.

Criar um gato não custa caro, nem dá trabalho. Bastam uma boa alimentação, vacinas e muito carinho, que a sua vida e a vida de seu bichano vão ser muito mais felizes.

Parabéns Drª. Andrea Lambert, e que São Francisco de Assis nos proteja a todos !

Um grande beijo,
Renata e Marcelo Roxo.

Dalva com 2 filhotes cinzas
Depoimento da Dalva e filha:



"Andréia,

Os gatinhos que foram adotados por nós, se chamam agora POPÔ e PEPITA.

Já estão adaptados e foram adotados pela gata EMÍLIA que tem nove meses de idade.

Eles estão brincando o dia inteiro, com Emília que os lambe, dá gravatas, cambalhotas e pequenas mordidelas de carinho.

E Emília manda agradecer os filhotes. Ela disse, com seu olhar alegre, que você e uma boa cegonha!!!!

Nós também estamos muito apaixonadas pela nova dupla.

As quatro outras gatas velhinhas nada declaram, só mostram a garganta e os dentes (que ainda restam).

Beijinhos,

Dalva e Angélica"
"Em maio de 2002 meu companheiro comentou comigo que queria um gato. Aproveitei a "deixa" e corri até a casa da dra Andréa, afinal, amo animais, e até então só tinha tido cães (hoje tenho 5 no total).
Chegando lá, ela nos apresentou vários gatos, entre eles um melecudo que espirrava .. seqüela de uma pneumonia que quase morreu por causa disso..não teve por onde, o escolhemos e o batizamos de LORD, super carinhoso, um verdadeiro lorde, tem classe até pra espirrar!
Algum tempo depois, ajudando a dra.Andréa no Campo de Santana, resolvi levar mais um gato para fazer companhia ao Lord, por ter já muitos animais em casa meu esposo relutava em ter mais um., mesmo assim, liguei para ele e falei que iria levar..ao ouvir um '"vc que sabe, mas pega um bonito", não teve por onde! pegamos uma gatinha magrinha, toda branquinha, a qual recebeu o nome de LILITH. Ao chegar em casa, ele olhou para ela e disse: "Patricia, você me disse que ela era bonita..." bom, tempo passou e hoje ela está aqui lindona, peludona e um pouco fora de forma, diga-se de passagem, na opinião dele, é a gata mais linda.
Bom, jurei que iria parar por ai.. Uma semana depois fui mais uma vez no Campo de Sanatana e quase na hora de vir embora, entrou um tigrinho magrinho,que tomava bofetada dos outros gatos e nem revidava. Ele veio todo amoroso pro meu lado. Não resisti!! trouxe pra casa e então recebeu o nome de MANITO. O abraço dele é a coisa mais gostosa do mundo!Ele é um amor! Não tem quem resista ao seu dengo...
Algumas semanas depois de pega-lo, Manito ficou muito mal, respirava com dificuldade e foi constatado que ele tinha pneumonia dupla. Foi tratado, curado e cada vez que olho pra ele e imagino que ele poderia não estar mais vivo, me vem uma sensação maravilhosa de poder ter salvo uma vida, e ao mesmo tempo uma tristeza ao lembrar dos outros gatos que não tiveram a mesma sorte de ter um lar.
Ao contrário do que muitas pessoas pensam, gato não é falso e muito menos interesseiro ..com certeza pessoas que falam isso, nunca tiveram um gato..são animais extremamente carinhosos, amáveis e que sabem retribuir o amor que recebem.

Patricia - Adotou 3 gatos do Campo de Santana.

Sofia e Sultão, adotados por Rosa Maria

Anita, adotada por Fernanda, no dia em que foi resgatada com fratura exposta no rabo
"A minha mais nova filhinha adotiva e a mais linda do mundo!!!
Eu amo minha Anita! Com certeza o que não vai faltar pra ela e carinho! Ate um 
namorado ela já ganhou (Monet-gato da minha avo, onde deixo Anita qd vou pra 
faculdade e pro trabalho.)"

Fernanda Barradas.


Condessa sendo adotada por Luisa e a filha Karen na Exposição do Clube do Gato


Lilica, adotada na Exposição do Clube do Gato por Maria de Fátima e sua filha Mariana.


"Esta é Sofia, gatinha retirada do Campo de Santana pela Dra. Andréa Lambert e a quem tive o prazer de adotar. A princípio, eu tinha escolhido outra, mas quando a Andréa me disse que havia uma gatinha com duas patas defeituosas e um rabo torto, não pensei duas vezes. Uma boa alimentação e cálcio melhoraram o problema das patas, mas ainda é possível ver as consequencias de uma nutrição ruim e imaginar qual teria sido o destino da pequena gatinha. Hoje ela é a alegria da casa, muito amada por todos. Não há quem não se encante com esta carinha e com a simpatia dessa gata. Obrigada Dra Andréa, por te me dado esta chance." Lourdes Dalpaz Peral

Paula e um dos gatos adotados (no total 3) por ela e o marido André. Este gato se chama Negão e é irmão da Sofia adotado pela Lourdes.

Paula e André e outros dois gatos adotados.

Fred adotado por Patrícia. 
O Fred é irmão no Negão, adotado por André e Paula, e de Sofia, adotado por Lourdes.

Fred foi um gato resgatado por Andréia e que eu quando vi fiquei apaixonada,foi amor a primeira vista mesmo ele tendo uma das patinhas da frente e as 2 de trás todas tortinhas.Fred é um gato cachorro.Adora brincar de pique esconde,correr atrás da bolinha entre outras coisas.Ele é um gato muito companheiro,amigo e muito danadinho.Ele está sempre do meu lado,tanto nos momentos bons como nos ruins, não nos desgrudamos.Acho que todas as pessoas deveriam adotar animais carentes,pois é uma grande alegria e experiência de vida, pois eles são muito agradecidos ao seu dono por toda a vida e nós por termos os adotados e passar tanta alegria ao seu lado.

Patricia.a.fittipaldi@bol.com.br


Gata Juli, adotada por Helena Simone, no dia que foi abandonada com filhotes  no Campo de Santana

Gata Juli e Helena Simone

 



Gato Fred, também adotado por Helena Simone Berninkanp.


Ana Maria e Bela

Bela e sua nova dona, Hannah
A 'Chupa-cabra' que virou Bela...

Quando eu e minha família fomos apanhar a gatinha que estava para adoção, não imaginávamos que tomaríamos um enorme susto com a aparência dela.
Já sabiamos que ela era cega, pois essa foi a razão que nos moveu para adotá-la, afinal seria difícil ela arrumar um lar tendo uma deficiência física.
Porém, foi um choque ter aquela gatinha pequenina, sem pêlo no rosto, cheia de remelas grossas em volta dos olhos e nas patas encardidads. Muito feinha. Era uma verdadeira Chupa-Cabra!!!.
Como ainda não tínhamos pensado um nome para ela, ficou o apelido de Chup-Chup.
Com o passar do tempo, com banho, muito trato nos olhos infeccionados e carinho, a gatinha foi ficando cada dia mais linda, mostrando um pêlo espesso e reluzente, com uma cauda que parecia de raposa.
Por isso, agilizamos logo um nome decente para ela que ficou: Bela!.
Hoje em dia é uma gata totalmente adaptada em casa, corre e brinca com os outros gatos que nós temos e é muito carinhosa com todos nós. É o nosso bebê!!.
Aprendeu rapidamente onde fica cada canto existente da casa, onde fica a comida, água e o banheiro.
Nunca nos deu trabalho, pelo contrário, com carinho e afeto ela provou ser um felino normal como qualquer outro, só precisava mesmo de que alguém acredita-se nisso e nós acreditamos!."

Hannah V. Macedo Fernandes
Universitária
19 anos

Chetara e Leonardo

Panthro e Leonardo

"Adotei a Cheetara quando ela tinha cerca de 30 dias de vida. Ela era tão pequena que cabia na palma da mão de uma criança. Lembro que minha primeira reação, mesmo antes de tocá-la, foi pensar em como alguém pode ter coragem e sangue frio para abandonar um filhote felino em qualquer lugar. Mas esse pensamento logo foi deixado de lado com a alegria que aquela criatura minúscula trazia e com os sorrisos que despertava em todos.

Quando fui levar a Cheetara para ser castrada pela Dra. Andréa, fui apresentado a mais alguns filhotes de gatos que, assim como a Cheetara, foram abandonados e aguardavam a adoção. Durante a operação, eu e minha namorada ficamos brincando com os filhotes e estes pareciam pedir para vir conosco. Bom, foi o que acabou acontecendo! Escolhemos um filhote macho, com 2 meses de vida, muito esperto. Dei o nome de Panthro (eu era fã dos ThunderCats quando mais novo) ao novo companheiro da Cheetara. Em menos de uma semana, os dois pareciam que nasceram juntos! Não se desgrudam, brincam o dia todo e um toma conta do outro, numa cumplicidade que não é vista entre seres humanos. Acredito que a vinda do Panthro acelerou e ajudou muito na melhora da Cheetara após a cirurgia.

Adotar um gato ou um cão que foi abandonado é uma forma de ajudar esses animais que foram covardemente injustiçados. Você não só tira da rua e dá uma vida melhor a eles: faz um amigo que realmente reconhece tudo de bom que você faz por ele."


Leonardo Picciani S. Teixeira


Andrea Lambert e Kimmi, sendo atendido no CAD - Centro de Apoio Diagnóstico Veterinário pelo Dr. Rômulo Caldas
Assita ao filme


Kimmi, ainda com barriga com hematoma

Celina adotando os gatinhos na Pet Shop, Sol e Kimmi. O Kimmi, filhote cinza  foi pego no Campo de Santana com traumatismo, provavelmente chute, com fratura de bacia, enfisema subcutâneo na área das costelas e ficou com a região da barriga com hematomas durante vários dias.
Gata na gaiola adotada por Celina Monteiro da Silva.

GATOS ADOTADOS POR CELINA


Adoção na Petshop Casa da Ração na Tijuca


Estes filhotes foram adotados na Pet ShoP



Patrícia e filho com gato


Gata Brigite, adotada por Tânia


Rodrigo e esposa com gatinha adotada


Terezinha e 2 gatos


Gatinho Perry, adotado por Marcos Antonini


Perry deitado na cama de seu novo dono

Alice adotou o gatinho cego de 3 meses que agora se chama Galileu.
Paula adotou um siamês que foi resgatado de uma arvore no Campo de Santana. Assustado quando foi abandonado este siamês foi para a arvore e não conseguia descer.
Sonia adotou duas gatas do Campo de Santana.

 Gatinho cego de 10 meses do Jardim do Méier  
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Contato: andrealambertvet@gmail.com



 

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